No interior da Paraíba, família vela corpo trocado durante toda a madrugada
"Assim que o caixão chegou, notei logo
algo errado. Eu queria até tirar as flores, mas tinham muitas crianças
no local e achamos melhor não", disse.
O aposentado morreu na
última sexta-feira (9), mas estava internado no Hospital de Emergência e
Trauma Senandor Humberto Lucena, em João Pessoa, desde o dia 22 de
outubro, vítima de uma queda. O genro do idoso, Wellington Silva, foi o
responsável por reconhecer o corpo na unidade hospitalar.
Na
manhã deste sábado (10), uma ligação do serviço social do Hospital de
Trauma confirmou a troca. Duas assistentes sociais foram até a casa onde
o corpo estava sendo velado, mas não quiseram gravar com a imprensa.
Depois
da confusão, o carro da funerária levou o corpo de volta para o
hospital. Neste momento, foi esclarecido que o corpo que a família de
Luiz Gonzaga velou durante toda a madrugada, era o de Francisco Roque da
Costa, 76 anos, que morava em Araruna (distante 219 quilômetros da
Capital, no Agreste da Paraíba). O corpo dele era para ter sido levado
por Aderaldo Medeiros, motorista da funerária de Araruna.
O
Hospital de Emergência e Trauma informou que a família de Luiz Gonzaga
pode ter reconhecido o corpo errado, já que o documento de liberação
está assinado pela viúva dele. Por conta desta troca, a coordenadora do
Serviço Social, Francisca Neuma Ribeiro, foi até a delegacia formalizar
um Boletim de Ocorrência (BO).
Na tarde deste sábado (10), os
dois corpos foram levados para a Gerência de Medicina e Odontologia
Legal (Gemol), no bairro do Cristo Redentor, em João Pessoa, para serem
liberados e enterrados por suas famílias.
Fonte: G1/Buriti Top News
domingo, 11 de novembro de 2012
06:11
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Na
tarde deste sábado (10), os dois corpos foram levados para a Gerência
de Medicina e Odontologia Legal (Gemol), para serem liberados e
enterrados por suas famílias
A
família do aposentado Luiz Gonzaga Fonseca, de 69 anos, passou a noite
velando o corpo de outra pessoa. Quando o caixão chegou, na comunidade
Corvoado, em Pedras de Fogo (distante 54 quilômetros de João Pessoa, na
região da Mata paraibana), uma das filhas, Marilene Fonseca, desconfiou
que havia algo errado.
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